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CAMPANHA DE POPULARIZAÇÃO DO TEATRO
Qual sua opinião sobre essa iniciativa que traz dezenas de espetáculos a Ipatinga com preços populares?
MEMÓRIA VALE DO AÇO
Qual sua opinião sobre as ações de pesquisa e divulgação de obras sobre a História do Vale do Aço?
TROPA DE ELITE
Qual sua opinião sobre esse filme campeão de bilheteria que mostra de modo realista a violência no Brasil?
SOUZA LOBO
Qual sua opinião sobre esse artista plástico pioneiro na região, que atua também no teatro e no carnaval?
CLUBE DE ESCRITORES
Qual sua opinião sobre esse grupo de artistas que incentiva a leitura e a produção literária regional?
ROCK AND ROLL
Qual sua opinião sobre esse gênero musical que estará em evidência com a realização do Rock In Rio?
4 comentários:
Que saudades do primeiro Rock in Rio, quando o festival era realmente voltado para o Rock and Roll. Hoje, a "festa" perdeu sua característica e está aceitando bandas e cantores que nada tem a ver com o Rock. Sinceramente, dá uma tristeza. Daqui a pouco, eles vão chamar o Justin Bieber pra participar. Socorro.
MEMÓRIA VALE DO AÇO
E o Vale do Aço tem memória? Creio que não. Os monumentos históricos que poderiam manter viva a memória histórica quase não existem mais. A cidade de Antônio Dias, por exemplo, fundada pelo mesmo bandeirante paulista que 10 anos antes criou Ouro Preto, parece sofrer de aminésia crônica. Seus antigos casarões foram cedendo lugar a novas construções e hoje, apenas 2 desses casarões ainda resistem ao tempo, por conta da iniciativa privada de seus proprietários, como testemunhas de um passado prestes a ser apagado por completo da nossa memória.
Em Ipatinga, a Estação Ferroviária do Porto da Pedra Mole, construída no início de 1900, no bairro Cariru, não existe mais. Um casarão construído na entrada do Barra Alegre, por volta de 1930, está se acabando por conta do descaso público e da disputa judicial entre os herdeiros do último proprietário.
Por tudo isso, o Vale do Aço é uma região sem memória histórica. E quem não temn memória histórica, também apaga sua memória cultural. Somos uma região onde a indústria e a geração de recursos econômicos estão acima da preservação do pouco que ainda nos resta de uma rica histórica, de mais de mais três séculos.
O Vale do Aço tem uma rica história de mais de três séculos, quando por aqui chegou o bandeirante Antônio Dias de Oliveira, paulista de Taubaté, em 1706, apenas 10 anos após ter fundado a cidade de Ouro Preto. Em nossa região, o bandeirante fundou o povoado de Antônio Dias, às margens do Rio Piracida.
Hoje, a cidade padece de uma profunda aminésia histórica. Seus antigos casarões foram derrubados, cedendo lugar a construções que descaretirzaram a cidade secular. Hoje, uns dois ou três ainda preservam traços dessa época, graça à dedicação de seus proprietários, diante da omissão dos governos municipal, estadual e federal, que parecem não ter noção da importância histórica da cidade.
Em Ipatinga, a construção mais antiga datava do início de 1900, mas hoje, não existem nem vestigios dela: a Estação Ferroviária Porto da Pedra Mole, no bairro Cariru.
Na entrada do Barra Alegre, um antigo casarão de fazenda construido por Gabriel Anastácio da Silva, por volta de 1930, está caindo e apagando uma parte da história de Ipatinga.
O Vale do Aço, lamentavelmente, não tem memória histórica. E por conta disso, também não cria sua memória cultural. A indústria e os ganhos econômicos estão acima da preservação de um passado de mais de 300 anos.
Ruisley Chaves
Jornalista natural de Ipatinga.
Fala moçada, boa noite. Parabéns pelo trabalho!
Gostaríamos de sugerir uma matéria com a Banda Conteúdo Básico, esta foi a mais votada (15.265 votos) para tocar na Festa Nacional da Cerveja, em Divinópolis/MG, em 06/05/11, junto com Capital Inicial e Cláudia Leitte. Confira um pouco mais sobre nosso trabalho. Valeu!!!
(www.conteudobasico.com.br)
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